terça-feira, 24 de setembro de 2013

A acompanhande do hospital

Realizando mais um pedido antigo de conto...

Sou neurocirurgião em um hospital especializado próximo de minha cidade e por morar não tão perto, é frequente que eu durma em uma das salas de descanso ou quando quero mais conforto acabo indo para um hotel aqui na rua de trás.
Fiz um acompanhamento médico de uma mulher, Marta, onde nela minha equipe identificou um tumor entre a hipófise e o hipotálamo, mas vamos deixar de lado os termos técnicos, o tumor era de muito difícil acesso, porém com o acompanhamento de meses com todos os exames realizados e a confiança da família no meu trabalho resolvemos realizar a cirurgia.
No dia marcado lá estava eu, com meu uniforme recém lavado, branco como a neve, calça branca, sapato branco e o jaleco aberto. Fui chamado pela minha auxiliar dizendo que a paciente já estava a minha espera. Ao chegar na sala de espera, identifico minha praticamente amiga íntima e paciente Marta e uma mulher que nesses 6 meses de preparação eu jamais havia visto neste hospital. Uma mulher branca de cabelo castanho escuro, ondulados naturalmente, ela vestia um vestido que marcava uma silhueta de curvas muito bem acentuadas, um decote frontal delicado mas com um corte que sabia bem valorizar seu busto volumoso. Me perdi por alguns segundos admirando tal mulher em cada detalhe até que fui tragado pela realidade com a voz da marta dizendo - "Doutor, essa é minha irmã Denise." Aquela mulher me cumprimentou com uma voz ligeiramente rouca que ao chegar perto o suficiente pra sentir seu perfume, meus sentidos se embebedaram e precisei de muito auto controle para me manter austero.
Depois de explicar os procedimentos e enviar Marta para a preparação, fiquei de papo com sua irmã, tirando suas dúvidas e admirando seu belo corpo. Suas pernas saindo através do corte do vestido estavam me deixando inquieto, disfarcei e fui direto para a cirurgia que durou cerca de 3 horas. Ao retornar para a sala de espera vejo Denise sentada no sofá, coberta por um cobertor do hospital. me sento ao lado dela, passo a mão em seu cabelo e ela acorda assustada, seu vestido havia escorrido pouco pelo braço onde exibia mais de um par de seios divinos escondidos naquele decote. Depois de explicar que tudo havia ocorrido bem, sugeri para que ela fosse para casa e voltasse no dia seguinte, pois dormir ali não era nada confortável. Até ofereci uma carona já que estava chovendo e haviam poucos ônibus rodando. Ela aceitou a carona, mas antes fomos verificar o quarto que sua irmã ficaria. Chegando ao quarto plenamente equipado fui explicando o q era cada coisa e me deliciando em ver seu corpo. Ela foi até a janela e se debruçou admirando a vista do jardim do hospital iluminado pelas arandelas... Não resisti e me coloquei atras dela dizendo, sua irmã vai ficar bem. Ela se encosta em mim puxando o cabelo para frente deixando exibir suas costas toda nua, como um ímã minha boca vai ao seu pescoço beijando sua nuca e sentindo o cheiro levemente doce de sua pele, minhas mãos descem por sua barriga trazendo seu corpo mais próximo ao meu. Subo com uma das minhas mãos acariciando seus seios por cima do vestido enquanto a outra desce entre seus joelhos e sobe devagar por dentro de sua coxa, sua respiração fica ofegante, tiro a mão dos seus seios e por baixo de sua nuca, puxo o seu cabelo para trás liberando pra mim a lateral do seu pescoço. Enquanto beijo seu pescoço falando besteiras no seu ouvido vejo seus braços cruzando no ombro e puxando o vestido libertando um par de lindos seios brancos de bicos rosados e entumecidos. Minha mão chegando ao seu sexo é banhada por sua lubrificação, com os dedos molhados levo até sua boca que os lambe com prazer me deixando cada vez mais excitado. Sem demora viro ela de frente e a coloco sentada na janela de pernas abertas, me ajoelho no chão e começo a saborear todo suco q escorre por entre suas pernas fazendo ela ir ao delírio com minha língua pincelando seu grelo enquanto vou metendo o dedo dentro dela, percorrendo bem sua buceta, vou com minha língua até o seu cuzinho onde percebo ela apertando meu couro cabeludo e se arrepiando dos pés a cabeça. Levanto do chão e pego ela no colo de frente pra mim e vou andando em direção a cama. Ao colocá-la sentada, sua mão já abre meu cinto colocando pra fora meu pau que ela engole sem fazer cerimônia. Como uma mestre na arte da felação, sua boca me chupa incansavelmente, com sua língua passeando desde a cabeça até meu saco, alternado com sua mão que juntos me levavam a um prazer imenso. Coloco minha mão em baixo da sua nuca puxando pelos cabelos e a fazendo levantar. Deito seu corpo na cama e abro suas pernas, que linda visão... Sem perder tempo aponto meu pau em sua xana e começo a enfiar até o fundo. Seu corpo treme de prazer, suas costas envergam fazendo com que entrasse ainda mais um pouco. Com estocadas cada vez mais fortes vou juntando suas pernas abertas em seu corpo e seus gemidos começam a aumentar quando sua buceta explode em gozo. Viro colocando ela de quatro onde sua bunda deixa mostrar um delicioso cuzinho piscante, me delicio com a língua em seu rabo e seus gemidos me dizem que já está na hora. Começo a forçar meu cacete em seu cuzinho que se abre pra me receber. Seus gemidos aumentam cada vez mais enquanto as estocadas ficam mais forte puxando seu cabelo com uma das mãos enquanto a outra capricho em belos tapas em seu rabo. Tiro o jaleco e segurando pelas mangas amordaço sua boca trazendo sua cabeça pra trás pra abafando seus gritos, sem parar de meter com força.
Já com o tesão dominando meu corpo, despejo todo o meu leite dentro dela, nossos corpos relaxam e quando vou me deitar ao lado dela meu bip toca chamando para uma emergência. Deixando um lindo sorriso repousar no quarto do hospital, lembrei que seu beijo eu ainda não tinha provado...

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Namorada do melhor amigo


 Embalando um conto no outro pessoal... será que dá certo?




Namorada do melhor amigo

Como descrito no conto anterior, fui parado pela namorada do meu melhor amigo
pedindo para conversar comigo a sós mais tarde... Concordei e voltei a curtir meu aniversário.
A esta hora da noite, Marta a menina da faculdade que eu tanto cobiçava, já estava meio alta
devido às bebidas e ficou fácil de eu chegar nela e conseguir sair dali, já animado pelo ocorrido
anteriormente fui logo arrastando ela para um cantinho escuro para curtir mais a vontade, ela
usava um vestido de tecido mole que me permitia sentir suas curvas mesmo por cima de tudo.
Alisando seu corpo, descobri que ela veio para a festa sem calcinha, adorei perceber isso e fui
levando ela para o meu quarto, quando passo pela sala quem eu vejo sentada no sofá...
Fernanda, a tal namorada do meu amigo. Ignoro sua presença e entro no quarto com Marta,
voltamos a nos agarrar e nos beijar, mas vejo que seu corpo amolece a cada momento, parece
que a bebida acabou com ela... Desisto de continuar, pois mulher bêbada ninguém merece.
Coloco-a dormindo no quarto da Ale e volto para a galera. Vejo Fernanda dançando com Fred
e penso: “Agora ela me deixa em paz.” Engano meu pensar uma coisa dessas, suas caras e
bocas para mim me deixavam cada vez mais incomodado, sempre fugia do seu raio de visão
para que ninguém visse isso.
No final da festa, ficaram ainda aqueles amigos mais próximos que sempre
frequentaram minha casa, ao todo éramos oito na sala: Fernanda e Fred, Paulinha e Sérgio,
Beta e Miguel, Dara e eu, todos conversando, contando os momentos engraçados da festa,
daqui a pouco um casal começa a se beijar de um lado, o outro resolve fazer igual até que
restamos eu e Dara, quando ela diz assim: “Você não vai me deixar só olhando né?” Aproveitei
logo a deixa e começamos a nos beijar, engraçado foi ela parar o beijo de repente para
dizer: “Ei nós não estamos ficando heim?! Só não quero segurar vela. Mas continua porque tá
gostoso...”, foi uma gargalhada só, todos rindo do comentário inusitado dela. Depois de umas
horas de conversa, os olhares de Fernanda voltaram a me incomodar e fui o primeiro a dormir
para ver se isso passava. Os rapazes ficaram no meu quarto e as meninas no quarto da Ale.
No meio da madrugada acordei com cede, já que bebi um pouquinho demais, quando
passo pela sala para voltar ao quarto, lá estava Fernanda sentada no sofá, apontou para frente
dela e chamou para eu sentar no outro. Quando me acomodei ela começou a falar.
- Não acredito ainda que vocês estavam transando... Ela é sua irmã.
- O que você viu? – Pergunto eu curioso.
- O que eu vi me deixou louca de excitação. Nunca vi tanta vontade em duas pessoas.
Passei a festa toda louca de vontade, mas o Fred bebeu demais...
Ela se levanta e vem perto de mim se insinuando e falando bem baixinho:
- Bem que você podia matar minha vontade né?! Ou prefere q eu conte pra alguém?!
Ela usava um shortinho da Ale que deixava a polpa da bunda de fora de tão curto, sua
calcinha minúscula entrava em sua bunda marcando no shorts o caminho da perdição, que
bunda linda, grande redonda, qual homem não desejaria aquela mulher? Mas eu não podia...
Namorada do meu melhor amigo era mais do que uma sacanagem... Ela rebolando na minha
frente, lambendo o dedinho, fazendo cara de ninfomaníaca, chega ao meu ouvido e pergunta
se eu prefiro comer a namorada do amigo ou deixar que todos saibam que eu comi minha irmã.
A chantagem foi pesada, não pude resistir, na verdade não sei se eu não resisti a ela ou a
chantagem, só sei que agarrei ela com vontade e joguei no sofá, sem nenhum tipo de amor,
somente o tesão me consumindo, começou toda a sacanagem nós nos beijávamos como dois
animais no cio. Coloquei-a sentada no sofá e me deitei em cima dela e no meio de um beijo
ardente resolvi voltar a mim e parei com tudo, aquilo era doideira demais para um dia só, minha
irmã, namorada do amigo.... Vamos parando porque ta foda. Pensei eu.
Voltei para o quarto e fui deitar... mal consegui dormir pensando naquele corpo. Meu pau
latejava dentro da cueca, mas depois de algumas horas consegui dormir. No dia seguinte
acordei um pouco mais cedo do que a galera e fui ver TV, o pessoal foi acordando e se
reunindo na cozinha para tomar café. Todos conversando na mesa e ela na minha frente
passando seu pé nas minhas pernas. Jogando umas letras que só eu entendia, devido ela ter
visto eu e a Ale.
Fomos ao mercado para comprar algumas coisas pra completar o almoço, mas eu não
percebi que minha mãe tinha dado uma lista de compras pra minha irmã. Quando a vi
enchendo o carrinho voltei em casa pra pegar o carro e a Fernanda logo se prontificou em
voltar comigo. Entrando no carro ela já foi logo perguntando por que eu havia fugido na noite
passada. Passando a mão na minha perna, alisando meu pau por cima do shorts, eu já estava
excitadíssimo e deixei rolar, ela logo colocou pra fora e veio me chupar enquanto eu dirigia.
Que boca macia, ela mamava com maestria, acariciando as bolas, sua língua deslizava na
cabeça me deixando louco e resolvi parar o carro numa rua pouco movimentada, ela tirou a
boca e veio pra cima de mim, eu saí do carro dei a volta e começamos a nos beijar encostados
no carro, levantei sua blusa e comecei a chupar seus seios, sentir seu bico endurecendo foi
uma delícia. Voltei a beijá-la agora eu também estava sem camisa, sentindo seus seios no meu
corpo, já estávamos demorando muito, mas ela queria mais... Abaixou-se e voltou a me chupar
dizendo que não voltaria sem ao menos provar minha porra. Deixei ela me chupar e quando eu
estava pronto pra gozar ela colocou a boca, mas um pouco da porra escorreu e pingou na sua
blusa e eu nem percebi. Voltamos ao mercado.
Chegando lá eles já estavam na porta nos aguardando, dei uma desculpa esfarrapada que o
carro demorou a pegar e voltamos pra casa.
Em casa arrumando tudo para o enterro dos ossos, Fred resolveu voltar na casa dele para
buscar roupa. Aí foi que a fera atacou, arrumando as bebidas no gelo ela falou no meu ouvido: -Ou você vem me comer agora ou eu falo pro Fred que você me agarrou, porque ele já me
perguntou o que era isso na minha blusa, depois conto pra todo mundo o nosso segredo... Não
pude negar e a levei para o meu quarto, mesmo lugar onde deflorei minha irmã. Joguei ela na
cama, e arranquei logo sua roupa, ela agarrou meu pau e lubrificou com a boca, deitou de
barriga pra cima e abriu as pernas me chamando para colocar todinho nela. Fui como um
tarado e coloquei tudo de uma vez só, ela gritou e me xingou mas agora já estava tudo dentro,
de repente ela se transformou, começou a gritar, pedindo pra eu dar na cara dela meter com
força, xingar. Eu adorei, tratei-a como uma puta, dava tapas com força na cara dela, virei de
quatro e voltei a meter, ela gritava bem alto: - Me come seu puto! Me rasga!  Minha irmã
ouvindo aquilo subiu para ver. Na porta do quarto ela me olhou e disse: - É maninho manda ver
que a coisa tá boa!
Não demora nada quem chega em casa?!... Fred. Ouvindo os gritos dela ele subiu correndo
e não teve nem como disfarçar, sua namorada estava de quatro com meu pau todo dentro
dela, ele começou a xingar ela mas ela nem esperou ele acabar de falar, dizendo...- Cala a
boca e vem me comer também, corno!!! Ele colocou o pau pra fora e ela logo foi mamar, de
quatro pra mim e chupando o namorado. Depois de tanto eu socar na bucetinha dela, foi dar
pro namorado sentada de frente pra ele, pulando no seu mastro, mas sem largar o meu ela
urrava de prazer, Fred levantou e ficou de pé com ela no colo ainda sentada no seu pau, vim
me encostando por trás dela e coloquei a cabecinha no seu cuzinho ela nunca tinha transado
com 2 homens, e sentir meu pau no seu cuzinho ao mesmo tempo que o do namorado metia
na xaninha foi demais pra ela, nem sabia se gemia ou se gritava, Fred tirou ela do meu pau e
deitou com ela na cama, novamente seu cuzinho aberto para mim eu não resisti e fui até ele.
Ela me puxou e me chupou enquanto Fred socava com muita força, eu batia com o pau na cara
dela e dava tapas, mas a cada tapa que eu dava ela abria um sorriso mais safado ainda. Voltei
atrás dela e enfiei todo meu pau na sua bunda grande. Com isso tudo ela gozou de ficar mole.
Nunca tinha feito anal nem muito menos uma DP. Naquele momento, não tive coragem de
olhar pro Fred, me virei indo em direção ao banheiro quando ele me chamou e disse.
Amigo! Fica tranquilo, tá tudo bem!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Minha irmã, meu presente inesquecível.

Desculpem a demora pessoal, mas agora vai mais um conto inspirado pela minha querida A.F. e escrito por mim... amanhã vem a segunda parte!


Minha irmã, meu presente inesquecível.
Era um sábado animado em minha casa, comemoração do meu aniversário e todos ajudavam
nos preparativos. Minha mãe fazendo as comidas na cozinha, meu pai indo comprar as coisas
e carregando peso e minha irmã lavando o local onde faríamos toda a bagunça. Depois de
carregar todas aquelas bolsas pesadas de bebida e comida, fui até a piscina e vi minha irmã
lavando o chão com o esfregão, ela vestia um shortinho jeans e uma camiseta branca, o cabelo
preso como rabo de cavalo, até então eu nunca tinha reparado o quanto minha querida irmã
tinha se tornado numa linda mulher, coxas grossas, cinturinha fina... Eu viajava em seu corpo
quando de repente ela fala comigo, me tirando desse transe...
- E aí Fê, já preparou o som?
- Tá tudo prontinho Ale! Depois você vai lá em cima pra ver!
- Já estou indo deixa só eu me refrescar um pouquinho porque o sol não vai dar trégua.
Ela levantou a mangueira e começou a se molhar pela cabeça, o sol da manhã brilhava na
água que acariciava seu corpo, sua blusa branca molhada deixava transparecer seus seios tão
lindos e empinados que o bico apontava para o horizonte. Quando percebo meus pensamentos
pecaminosos volto correndo para o quarto que vou pra sacada onde está meu equipamento
de som, da sacada posso ver toda a piscina, começo a selecionar as músicas que vou deixar
tocando e vejo Ale vindo para dentro de casa. Percebo ela chegando e me debruço na sacada,
ela vem por tráz, dá um tapa na minha bunda e diz:
- E aí garotão! A festa vai ficar boa hoje heim!
- Vai sim, espero que venham todos que eu chamei.
- Hoje vou me acabar de dançar Fê!
Com a música tocando baixo ela começa a dançar na minha frente e novamente fico
hipnotizado pelo seu corpo, mas dessa vez rebolando bem pertinho de mim. Me afasto e vou
para o computador pra ver as músicas mas ela me puxa pelo braço me chamando pra dançar...
Estamos lá dançando pertinho um do outro quando ela olha pra baixo e vê o volume em minha
bermuda, com uma cara de desentendida ela pergunta:
- Nossa Fê, tá assim porquê? Já sei tava ali na sacada que nem bobo pensando na
menina da faculdade né!
- É tava sim – respondi com vergonha tentando disfarçar a exitação.
- Aproveita e manda ver nela hoje Fê!
- É mana vou fazer isso sim, é o dia perfeito!
Ela sai do quarto curtindo a música enquanto eu imagino seu corpo nú colado no meu.
Um poco mais a tarde resolvemos tomar banho de piscina pra refrescar e fui até meu quarto
colocar a sunga, ao sair do quarto ouço minha irmã me chamando, vou até o quarto dela e vejo
ela de roupão e 3 biquínis em cima da cama...
- Qual desses eu visto? - Perguntou ela.
Observo bem e vejo q os 3 são minúsculos, escolho o preto, vai ficar muito bem com sua pele
branca e alva.
- Veste esse aqui mana.
- Vocẽ escolheu o que eu mais gosto.
Como se eu não estivesse aqui, ela vira de costas e joga seu roupão no chão. Não pude me
conter e meu mastro se levantou forçando a sunga pra fora. Já não aguento mais de tanto
tesão, preciso ter aquele corpo, preciso que ela seja minha. Ela começa a se vestir e me vê
admirando suas curvas.
- Que foi Fê? Vai dizer que nunca viu uma mulher nua?
- Claro que vi, mas não sabia que você já estava com um corpo tão lindo.
- Deixa de conversa e amarra meu biquíni pra mim.
Chego bem perto dela pra amarrar seu biquíni na parte de trás, não consigo parar de olhar
para aquela bunda enorme com aquele biquíni todo encravado. Aproveito e puxo um assunto bem
ousado.
- Isso não te machuca não Ale? Fica todo dentro da sua bunda...
- Machuca não, to acostumada. Ah vem cá! Me dá um abraço nem te dei os parabéns!
Ela vem me abraçar e ainda muito exitado não consigo esconder e abraço ela assim msm. Seu
corpo colado no meu me dá um arrepio e abraço ela mais forte. Sinto ela amolecer em meus
braços e dou um beijo no seu pescoço e sinto suas mãos acariciar minhas costas, ela força seu
corpo no meu enquanto desliso minhas mãos para sua bunda, aperto com vontade e ficamos
olhando nos olhos quase nos beijando. Vejo que ela está cedendo e volto ao seu pescoço,
começo a beijar com mais vontade sentindo seu cheiro me arrepiar da cabeça aos pés.
- Ai Fê, pára, nós não podemos, somos irmãos.
- Sei que não podemos mas também sei que você quer.
- Você está ficando louco, nossos pais estão lá em baixo.
- Sim, estou louco, mas louco pra ter você.
Quando estávamos quase nos beijando, ouço meu pai me chamar pedindo ajuda para algo.
Aperto ela contra mim mais uma vez dizendo:
- Quero você, muito!
- Não podemos Fê!
Saio do quarto.
Na piscina me mantenho o tempo todo dentro d'água para que ninguém note minha excitação,
vejo minha irmã nadando e não vejo a hora de tê-la. Ela vem pra perto de mim e começamos a
conversar sobre a festa:
- Tá animado?
- Sim estou muito. Mas estou muito mais interessado em você.
- Pára com isso, você é meu irmão, não podemos fazer nada!
Saio da piscina, me enxugo e vou pra sala e acabo cochilando no sofá.
Acordo com minha mãe me chamando porque eu tinha que tomar banho, o pessoal já estava
chegando. Me arrumo e vou curtir a festa com meus amigos e amigas. Todo mundo zoando,
dançando, de repende uma menina derruba vinho na roupa da Alessandra, ela vai correndo
no quarto se trocar, quando não percebo sua presença aqui em baixo, vou logo pra dentro
procurá-la, encontro ela saindo do banho... toda nua, linda, exuberante. Não resisto e vou ao
seu encontro, abraço ela com força e começamos a nos beijar. Ela abre minha blusa com força
arrancando todos os botões, pego ela no colo e coloco na cama vou bjando seu pescoço e
acariciando seus seios, começo a chupá-los com força. Desço e começo a chupar sua buceta
ela se gura minha cabeça com força vou chupando e enfiando o dedo nela, apertando seu
grelinho com os lábios. Me levanto e dou mais um beijo nela. Abro minha calça e ela diz:
- Nossa Fê, nunca vi um tão grosso, desse jeito não sei se aguento, mas vamos tentar!
Ela agarra meu pau com vontade, lambendo como um sorvete, sua boca cobre a cabeça do
meu pau e vai descendo bem devagar, sinto ele todo coberto e quando seu nariz bate em
mim sinto sua língua sair por baixo e tocar minhas bolas, como chupa bem... Não sabia que
ela era tão putinha na cama. Pego ela e coloco ajoelhada no chão de frente pra cama, sua
imensa bunda abertinha pra mim... chegou a grande hora. Me deito em cima dela com meu pau
forçando sua bunda beijo seu pescoço e digo ao pé do ouvido:
- Agora você vai ter ele todinho dentro de você!
- Isso come sua irmãzinha, me faz sua puta!
Pedindo desse jeito eu não resisti. Coloquei a cabecinha na sua bocetinha e fui enfiando, ela
se contorcia e gemia muito alto, pra qualquer um ouvir, mas a música estava alta e ninguém
estava por perto, ela urrava de tesão eu colocava bem fundo e batia na sua bunda. Depois de
um bom tempo nessa posição, levantamos.
-Vamos pra sacada? - Disse ela
- Tá louca? Alguém vai nos ver!
- Vai nada sei onde podemos  ficar...
- Tudo bem, mas antes ainda quero comer sua bunda
- Mas você vai acabar comigo! Não vou aguentar.
-Vai sim, vai ter que aguentar.
Pego ela pelo braço e jogo ela na cama de bruços, abro bem suas nádegas e dou uma boa
lambida pra deixar tudo molhadinho. Deito meu corpo em cima dela e falo baixinho no seu
ouvido:
- Hoje você aprender a dar esse cuzinho apertado...
- Vai com cuidado Fê, sua irmã ainda é virgem, aí só entraram brinquedinhos.
-Pode deixar maninha que não vou te machucar.
Meu pau está apontado no seu buraco... vou empurrando bem de vagar e vejo suas mãos
apertarem o lençol da cama, a cabecinha já entrou, sinto ela respirar relaxada e continuo
empurrando
sua bunda já encosta em mim, quando ouço ela dizer:
- Agora que já entrou tudo, arromba sua irmãzinha vai. Mete seu cachorro!
Vou colocando com vontade, agarrado em sua cintura, ela geme e grita, mas o som alto
impede de qualquer pessoa ouvir, vou metendo nela bem gostoso, finalmente metendo na
minha irmã, que coisa louca e deliciosa. Quando estava quase gozando eu tiro o pau da sua
bunda e ela vem chupar, desejando meu leitinho, fomos pra sacada... vendo o povo todo se
divertir na festa, minha irmã me chupa abaixada atrás do muro, ela punheta meu pau de boca
aberta esperando meu gozo, que esporra em sua cara. Vejo sua cara de felicidade... limpa o
rosto com a mão e leva o restinho de porra pra boca... Depois dessa safadeza toda, ela vai
tomar banho e eu volto pra festa. Chegando lá, sou parado por uma menina que me puxa pra
um canto e diz ...
- Fui procurar a Alessandra, e vi o que vocês estavam fazendo... Que tal conversarmos
mais tarde só nos dois heim? - Diz ela passando sua língua nos meus lábios.
Tive que dizer que sim, já que ela viu tudo, mas tem só um problema... Ela é namorada do meu
melhor amigo... Mas isso fica para o próximo conto.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Faço tudo pela minha mulher

Boa noite pessoal!!!

Uma vez por falta de idéias e conversando com uma amiga também autora A.F ela me perguntou assim, "Porque você não escreve um que tenha relações com outro homem?"
Confesso ter torcido o nariz, já que nunca tive experiências sexuais com outro homem, mas depois de um bom esforço, lendo e relendo várias vezes, reescrevendo várias partes foi isso que saiu... espero que gostem!!!


Faço tudo pela minha mulher

Para não cair numa vida de casado muito monótona, eu e minha esposa decidimos
fazer coisas diferentes em nossa relação sexual. Já compramos brinquedos, filmes, fantasias,
fizemos em lugares inusitados e até outra mulher na cama eu já consegui trazer, quando um
belo dia minha mulher faz a pergunta que eu já esperava:
- Amor... vi você tão feliz naquele dia comigo e com a Martinha, quero sentir a mesma
coisa, o que você acha de ter outro homem na nossa cama?
De início eu fiquei com ciúmes, mas o que essa mulher já fez por mim eu jamais poderia
negar.
- Claro meu amor, mas quem seria?
- Não sei... não queria ninguém conhecido. Pode acabar vazando e vou ficar mal falada.
- Que tal irmos em um clube de swing?(ofereci eu pensando na possibilidade de ter
alguma vantagem)
-Pode ser, mas não quero casal, quero você e mais um só para mim!
Não fiquei muito satisfeito, mas depois de pensar alguns minutos até comecei a gostar
da ideia e resolvemos sair para conhecer. Fomos para a internet procurar alguma casa de
swing e encontramos uma com ótimas recomendações. Ela ficou tão empolgada que queria ir
naquela noite mesmo para aquela sem nem pensar em outra.
Ela colocou um vestidinho colado no corpo com um decote espetacular, suas coxas de
fora e sua bunda suculenta empinada por um salto alto deixava ela, a cada olhar, mais exitante.
eu coloquei uma roupa simples mesmo e fomos a casa de swing.
Chegando lá, sentamos no bar e ela ficou só observando como as coisas aconteciam
até que ela observou um rapaz alto até bem bonito e comentou.
-Amor, posso chamar ele pra conversar com gente aqui?
-Pode sim....
Conversamos e depois de uma meia hora e alguns drinks minha esposa já estava
mais a vontade e ele a comia com os olhos. o rapaz era bonito, um bom porte e um volume
enorme na calça. Ele a chamou para dançar e com meu consentimento ela foi. Ela estava
alegrinha por causa da bebida e dançou bem solta com ele, rebolando pra ele deixando ele
sarrar nela, acariciar seu corpo e fazendo umas caras e bocas bem safadas pra mim. Depois
de um tempo voltaram pra mesa e conversamos por mais uma hora até que ela me disse que ele
queria um beijo e eu permiti... Os dois se agarraram num beijo louco e quando a mão dele foi
subindo por entre a coxa dela, ela mesmo parou e disse que ali não... Decidimos os 3 irmos ao
motel.
Chegando lá subimos para o quarto e sentados na cama comecei a beijar minha esposa
quando desci para seu pescoço ela o chama e ele a abraça por trás fazendo um gostoso
sanduíche com o recheio de minha mulher com muito tesão. Quatro mãos alisando seu corpo
e duas bocas sentindo seu gosto. Ela se ajoelha bem devagar e abre minha calça colocando
todo meu pau em sua boca ao mesmo tempo que abre a calça do nosso companheiro, ver ela
chupando um e punhetando outro me deixou louco... Não sabia o quanto ela poderia ser safada
assim. Quando ela decidiu chupar ele que tinha uma rola maior que a minha porém pouco mais
fina, fui para trás dela e levantei sua bunda, me abaixei e comecei a lamber ela enquanto ela
mamava ele com maestria, depois de estar bem lubrificada, me levantei e apontei meu pau
na sua xoxotinha e fui empurrando bem devagar ela olhava pra trás com cara de safada sem
largar o pau dele e rebolava gostoso pra mim, seu sorriso sacana demonstrava sua felicidade
em ter duas rolas pra ela brincar. Cansada de estar de pé ela deita ele na cama e resolve ter a
rola dele no lugar da minha e senta de frente pra ele engolindo todo seu pau com sua bucetinha.
Com uma cara de safada ela diz pra mim:
-Vem amor meu cuzinho é só seu....
Fui com vontade e comecei a meter no cuzinho dela, ela manda eu ir devagar pois era a
primeira DP dela, eu me recusei a ir de vagar dizendo:
-Mulher que quer duas rolas é puta e puta tem que levar com força!
Puxei seu cabelo e ela com sorriso no rosto respondeu.
-Então vai cachorro mete logo!!!
Coloquei tudo de uma vez e entre gritos e gemidos ela gozou loucamente, como seu
cuzinho era apertadinho eu estava quase gozando, tirei o pau e levei até sua boca, enchi sua
boca de leitinho que ela engoliu e compartilhou o gosto da minha porra com ele num beijo bem
molhado. Levantando de cima dele com cara de desejo ela falou.
- Vem cá vem meu gostoso, ela quer você aqui dentro, ele é só um tempero.
Deitei na cama e ela veio cavalgar no meu colo de frente pra mim... deitada por cima
de mim ela chegando no meu ouvido e diz que me ama, quase gozei de novo com ela gemendo
no meu ouvido. Daí aquela rola enorme vem perto e ela cai de boca... intercalando com uma
chupada nele e me beijar ela pergunta...
-Amor, chupa ele pra eu ver?
Fiquei espantado com o pedido, ela morde meu lábio e vai levando pra perto da rola
dele dizendo “é assim olha”, dando uma chupadinha e dizendo. “Tenta amor”.
Ela pegava rola dele e vira pra mim encostando na minha boca, eu abro
lentamente e toco a língua no pau dele e ele deixa ela escorregar dentro da minha boca, a
sensação é estranha mas logo me acostumo e meio sem jeito vou chupando ele. Ela resolve
descer e me chupar tb, quando ela resolve me faze um fio terra, eu já estava acostumado mas
ela dessa vez chegou a colocar 3 dedos... machucou um pouco, mas eu queria satisfazê-la e
deixei. Pouco antes de eu gozar ela para de me chupar e fica observando eu chupando o pau
dele, eu a pegava e punhetava ao mesmo tempo que chupava, quase gemendo no meu ouvido
ela pergunta se eu teria coragem de deixar ele colocar o pau em mim, nesse momento ele
gozou e encheu minha boca com sua porra, minha mulher veio buscar com um beijo e bebeu
tudinho mas um pouco ficou em minha boca e eu acabei engolindo tb já que era muita
quantidade. Recusei o pedido de ser comido mas ela insistiu dizendo q controlaria ele pra ele
não machucar que ela estava doida pra que eu sentisse o que ela sentia e que gostava tanto. Acabei
aceitando e deitei de barriga pra cima na cama. Ela me deu mais uma chupada pra eu relaxar,
brincou com os dedinhos dentro de mim e passou bastante ky quando veio ele.. ela chupou ele
tb depois passou o ky tb no pau dele e ele encostou no meu cuzinho. vagarozamente ele foi
forçando mas meu buraquinho virgem não abria pra ele. Ela vendo essa dificuldade usou de
sua magnífica boca pra me fazer relaxar e senti a cabecinha entrando em mim, doía e ela
pedia para ele parar mas com suas lambidas e carinhos meu cuzinho foi aceitando
vagarosamente aquele pau todo dentro de mim. Quando percebi ele estava entrando e saindo
facilmente, aquilo me incomodava, mas ao ver minha esposa se tocando louca de tesão de me
ver levando rola me faz ver que vale a pena. Fico louco quando a vejo assim. Com as estocadas
o tesão fui subindo e eu já gemia de prazer sendo comido e ao mesmo tempo eu me
punhetava, minha mulher veio sentar na minha cara pra fazemos um 69 enquanto ele me
enrabava ela intercalava entre me chupar e lamber o que sobrava de fora do pau dele, depois de
me deixar louco com sua boca ela vem sentar no meu pau e ali estávamos, minha mulher de
costas cavalgando no meu pau e beijando o cara que me comia... gozei como um louco com
aquilo tudo mas o homem era muito bom na cama e demorava muito a gozar ela me pede pra virar
de 4 pra ele e ele veio me comer naquela posição, sua rola já deslisava com facilidade e eu
gemia desde a cabecinha até o talo, depois de meter bastante em mim enquanto eu chupava
minha esposa e deixar meu cuzinho cheio de leite o rapaz foi embora e ficamos só eu e ela no
motel, deitadinhos de conchinha, abraçados curtindo o final da noite.
Eu sentia meu cuzinho latejar mas fazer ela feliz era tudo que me importava. Ela se vira
de frente pra mim e diz:
-Amor, você chupou ele tão bonitinho, fiquei doidinha quando vi você relaxado com
ele te comendo, você daria um belo viadinho mas prefiro você bem macho, me dá mais tesão
ainda.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Descobrindo minha filha


Moro somente com minha filha e minha esposa. Minha mulher é um furacão na
cama, mas isso ficará para outro momento, quero falar agora sobre minha filha. Com o
tempo passando, percebi que ela estava ficando ainda mais linda que sua mãe, coxas bem
desenhadas, seios apontando para o horizonte e uma divina bunda impossível de não notar.
Tentamos marcar nossas férias para junto de nossa filha, mas infelizmente minha esposa não
conseguiu, então eu ajudava nos afazeres de casa pra depois levá-la para passear. Minha
menina tinha apenas 15 aninhos, mas seu corpo era invejável.
Eu estava vendo TV, o calor era de matar e resolvi beber um copo de suco, fui até a
cozinha e ela estava lavando louça, pedi um copo a ela e ao se virar pude ver o contorno do
seu seio em sua blusa molhada pela água, ela usava um biquíni por baixo, me perdi naquela
bela visão por algum tempo até ela falar. - Acorda pai! Pega o copo. Ela não percebeu nada.
Ainda bem.
Estando na sala novamente, ela veio passar pano na mesinha de centro. Se abaixava
para passar o bendito pano e a polpa de sua bunda saía pelo short, o que estava me deixando
louco... Não acredito que estava com tesão na minha filha de 15 aninhos. Ela reparou no meu
olhar e disse.
- Perdeu algo aí?
- Não minha filha, só estava vendo o quanto você ta ficando parecida com sua mãe.
- Que bom! Mamãe é linda demais! Você acha que vou ter o bumbum tão bonito como
o dela? (disse ela chegando perto de mim e empinando para me mostrar).
- Claro que vai minha linda (fazendo carinho de leve em sua bunda).
Aquilo me deixou como pau pulsando de tanto tesão.
-Vou passar pano na estante, você me ajuda pai?
-Claro!
Ela passou na parte de baixo e pediu pra eu levantar ela pra passar na parte de cima,
ao pegá-la para levantar, pude tocar suas coxas e ver o quanto eram firmes e lisinhas.
Terminando a faxina ela me chama.
-Pai vamos dançar, essa casa tá muito desanimada!
Começamos a dançar um forró.... Tudo rolando perfeitamente normal, como todas as
vezes que dancei com ela, mas quando ela veio de costas e encostou em mim a coisa toda
mudou, sua bunda encostando no meu pau não pude conter minha excitação e dessa vez ela
percebeu...
-Que isso aí em baixo pai? Tá pensando na mamãe é?
-Como não pensar se você é a cópia dela?
-Mas a mamãe é muito melhor do que eu pai.
-Calma minha filha você vai ficar melhor do que ela.
Saí da dança desliguei o som, liguei a TV e fui me sentar no sofá. Depois de toda faxina ela
sentou-se do meu lado e recostou no meu ombro.
-Cansadinha minha filha?
-To sim pai, faz carinho nas minhas costas? Pediu ela tirando a blusinha, ficando só de
biquíni e shorts, deitando de bruços no sofá.
Vou acariciando suas costas e observando seu corpo, sua cabeça no meu colo e suas
mãos na minha coxa vai novamente me deixando excitado, acariciando suas costas deixo
meus dedos deslizarem até a lateral dos seu seios, como são macios e lisos... Seu shorts de
malha deixava transparecer uma minúscula calcinha sumindo entre suas nádegas. Volto a mim
quando de repente ela me pergunta:
-Pai, a mamãe era muito paquerada quando vocês namoravam?
-Com certeza minha filha e você deve ser muito mais paquerada do que ela...
-Mas porque? Nem sou tão bonita quanto ela...
-Mas é muito mais bonita do que ela era na sua idade.
-Jura pai? O que eu tenho de melhor?
-Você tem muito mais corpo que ela.
-Meu bumbum é mais bonito do que era o dela? - Pergunta ela.
Respondo que sim, acariciando sua bunda e afagando seus cabelos com a outra mão.
Não conseguindo conter minha excitação meu membro endurece e sentindo um certo
incômodo ela se ajeita colocando sua mão abaixo da cabeça, exatamente em cima do meu pau.
-Pai, o que é isso aqui? Meu Deus como é grande! - Diz ela se ajeitando para não ficar
em cima.
-Desculpe filhota, não pude me conter, lembrando de sua mãe jovem e acariciando
você acabei perdendo a linha...
-Tudo bem papai, já já você relaxa, o carinho tá muito gostoso, não pára não.
Continuo acariciando até que ela pega no sono. Ainda muito excitado volto a acariciar
sua bunda, sentindo um tesão incontrolável vou com minhas mãos até em baixo sentindo seu
rego de baixo até em cima. Ela se vira e fica de barriga pra cima, vou acariciando sua
barriguinha subindo levemente as mãos até que toco seus seios, minha mão pousa ali, e sinto-os, médio e duro, era uma menina, mas com corpo de mulher. Acaricio os dois levemente,
passando as mãos no seu busto e descendo novamente, resolvo ir um pouco mais além e
desço de seu perfeito abdômen para seu ventre, suas pernas entre abertas permitem que
meus dedos toquem levemente sua xaninha por cima do shorts e percebo que ela está
completamente molhada, afasto o shorts e a calcinha, ao tocar nela sinto meus dedos
totalmente melados, venho com eles até mim e sinto seu cheiro maravilhoso, coloco o dedo na
boca para sentir seu gosto e enlouqueço com o sabor de uma menininha de 15 aninhos. Me
recosto no sofá com a mão atrás da cabeça quando ouço ela dizer:
-Porque parou pai? Nunca senti algo tão bom.
-Não posso querida, você é minha filha!. Digo eu colocando a mão em sua barriga.
-Já fez até agora... por favor, eu quero! - Ela pega minha mão e coloca entre suas
pernas.
Vejo ela se contorcer a cada vez que meus dedos tocam sua xaninha molhada, e ao
chegar no seu grelo seus olhos viram e ouço um baixo gemido. Suas mãos apertam os
próprios seios enquanto dedilho seu grelo, subindo para seus cabelos, suas mãos vão direto
alisar meu mastro que neste ponto está duro como rocha, ela tentava desabotoar minha
bermuda, mas meu dedo entrando e saindo dela não permitia que ela tivesse controle dos seus
movimentos, então ela rola para o chão e fica de joelhos na minha frente, abre minha bermuda
e coloca ele todinho para fora, ela começa a brincar com meu pau e minhas bolas, olhando
firmemente para ele e abrindo a boca vagarosamente ela envolve meu membro como se já
soubesse o que fazer, sua boca deslizando no meu pau estava me fazendo pirar de tanto
prazer, nunca ninguém havia me chupado assim antes, nem mesmo sua mãe que era uma
perfeita puta na cama. Eu já estava quase gozando e toda vez que ela me olhava nos olhos
com o pau todinho dentro da boca eu tinha que me segurar pra não gozar na boca dela.
Já louco de tanto tesão peço para ela parar e com uma voz doce ela me responde:
-Ah não pai, ainda quero provar o leitinho que mamãe toma...
Ela começa a punhetar bem rápido e eu não resisto, esporro uma grande quantidade
em sua boca que escorre um pouco no cantinho dos seus lábios. Ela limpa com o dedo e
lambe novamente. Era inacreditável, demorei anos pra gozar na boca de minha esposa e
minha filha já está se mostrando mais quente do que ela. Ela levanta e vem me beijar, sua
boca ainda tem o cheiro da minha porra, quando seus lábios tocam no meu ela deixa escorrer
um pouco da porra que guardou em sua boca deslizar para a minha. Achei estranho mas o
tesão era tão grande que não me incomodei. Agora se ajoelha em cima de mim e tira o biquíni,
deixando seus seios na minha cara, eu acaricio eles e começo a beijá-los, ela aperta minha
cabeça morrendo de tesão enquanto mordisco seus seios e aperto sua bunda. Sua xana
molhada está pingando nas minhas pernas. Eu afasto um pouco seu corpo do meu e pergunto:
-Está gostando minha linda?
Como se ela se transformasse ela joga os cabelos para trás e diz:
-Cala a boca pai, continua me chupando!
Fico espantado com sua reação e fico olhando pra ela...
-O que é isso minha filha?
-CALA A BOCA E ME CHUPA PAI!!! -Grita ela dando um tapa estalado na minha cara.
Isso me deixa com tanto tesão que levanto ela, e a coloco deitada no sofá, abro suas
pernas e chego seu shorts com calcinha e tudo para o lado para poder chupar essa bucetinha
juvenil. Começo a lamber e meter o dedo na sua xaninha, ela se contorce e geme bem alto, me
chamando de papaizinho com uma vozinha bem safada, o que poderia deixar um homem mais
louco do que ter uma mulher que consegue ser tão vadia e tão menina na cama?!
Depois de vê-la urrando de prazer ela implora pelo meu pau dentro dela.
-Vem pai, mete na sua filhinha, coloca ele todinho em mim.
Aponto meu pau na sua entradinha e vou colocando bem devagar quando ela se
levanta, agarra no meu pescoço e se levanta fazendo meu pau entrar todo de uma vez só.
Gritando de tanto prazer ela olha pra mim com fúria dizendo:
-Eu falei pra meter e não pra fingir seu puto!
Ela quicava no meu colo, gemendo e gritando de prazer como uma louca, era um misto
de prazer e dor! Sua xaninha apertada me fazia sentir como nunca havia sentido.
No meio de suas reboladas sua voz volta a ficar doce o que me deixava ainda com mais
tesão:
-Isso papai, não sabia que era tão grosso, rasga sua menina.
-Tá gostando é?
-É bom demais, continua vai , quero você muito mau comigo...
-Quer um papai mau é?
-Porra pai! Cala a boca e me fode!
-Tá bom se você quer ser puta, vai ser uma puta!
Viro ela de 4 e volto a meter com tudo na sua xaninha, puxando seus cabelos e batendo
na sua bunda, ela ria gemendo de tanto prazer, rebolava no meu pau como uma mulher
experiente. Com essa linda bunda virada pra mim não pude resistir em enfiar um dedinho no
seu cuzinho, lambi o dedo para ele ficar bem molhado e apontei no seu rabinho, ela abaixou a
cabeça encostando no sofá e deixando seu cuzinho abrindo mais para mim, meu dedo entrou
todo com um pouco de dificuldade e continuei metendo. Agora ela gemia incontrolavelmente.
Sinto seu corpo amolecer e tiro meu pau de dentro dela.
-Tá tudo bem com você filha?
-Tá sim pai mas ainda não acabou...
-Como assim, não acabou?
-Um dia ouvi mamãe comentando ao telefone que delira de tanto prazer quando você
come o cuzinho dela... Eu quero também!
-Mas... minha filha... (Eu achei estranho o comentário, porque apesar de safada, minha
esposa nunca deixou eu comer o rabinho dela).
-Pai me mostra como você gosta de fazer com ela!
-Então vem molhar um pouquinho o pau do papai.
Coloquei o pau naquela boca maravilhosa e ela foi brincando com a língua deixando ele
todo babado. Virei ela de lado e encostei o pau no cuzinho dela.
-Tem certeza de que é isso que você quer?
-Tenho pai. - Diz ela acariciando o grelo.
Fui empurrando a cabeça até que seu cuzinho se abre e engole ele todinho.
-Ai pai pára, vai devagar!
-Quer que eu tire?
-Claro que não! Se a mamãe consegue eu também posso!
Ela se levanta e pede pra eu deitar na cama, meu pau ainda está todo melado.
Ela coloca a bunda na minha cara e eu dou uma boa lambida no cuzinho que agora está
molhadinho também, depois ela vem sentando de cócoras no meu pau até que a cabecinha
encoste no rabo dela, com umas boas reboladas meu pau vai ganhando espaço e seu cuzinho
se rendendo, deixando entrar cada vez mais. Mas de repente ela deixa suas pernas pra trás e
senta com vontade engolindo todo o meu mastro dentro da sua bunda. Lágrimas correm dos
seus olhos mas um sorriso safado desponta no canto da boca. Pego ela no colo e levo ela
para o meu quarto, sem tirar de dentro. No caminho ela beija meu pescoço gemendo baixinho:
Acaba comigo papai me fode todinha...
Deito ela em de costas pra cama e volto a estocar com força. Ela estava fora de si de
tanto tesão e prazer, gemia e gritava, gozamos juntos e eu deixei ela todinha suja do meu leite.
Depois de algumas horas de descanso fomos tomar banho juntos e eu perguntei a ela:
-Filha, eu não sabia que você não era mais virgem.
-Papai, você não sabe do que sua filhinha é capaz...
-Quando papai vai saber?
-Um dia, um dia...
Terminamos o banho e nos deitamos de conchinha totalmente vestidos na cama.
Algumas horas depois minha esposa chega e nos vê dormindo na cama abraçados no quarto,
seus olhos ficam mareados de lágrimas e com um lindo sorriso ela diz:
-Não vejo esta cena desde que ela tinha 8 aninhos...
Mal sabe ela dessa tarde louca...

E foi dada a largada!!!!

É pessoal, agora se inicia a publicação de contos meus e de amigos que anonimamente ou não, poderão expressar toda a perfeição de suas individuais sexualidades sem medo de serem criticados ou flagelados!

Lembrem-se! O que é estranho aos olhos de uns, é tentador aos olhos de outros!

Todos os contos postados neste blog são de total autenticidade intelectual, sendo assim, qualquer semelhança de casos, nomes, lugares ou fatos, não passam de uma mera coincidência.

BOA LEITURA!